Um clássico não tão equilibrado como tantos outros ao redor do mundo, o Borussia Dortmund teve 31 finalizações contra apenas 3 do rival Schalke 04, talvez, o melhor jogo do time aurinegro na temporada 2014-15. Os torcedores do Borussia Dortmund presentes no Signal Iduna Park empurravam o time diante de seu maior rival.
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| Marco Reus deixou o dele na vitória por 3 a 0. (Foto: Frank Augstein / AP) |
Uma defesa que a torcida aurinegra não tinha presenciado na temporada ainda, um ataque ‘cheio de fome’ esperando um erro do rival, uma intensidade com a cara de Klopp, e no melhor estilo Borussia. Um time voraz cheio de intensidade, lá foram os aurinegros atrás de mais três pontos na Bundesliga, nada melhor que vencer o rival para ganhar moral e despachar a má fase até o início do ano.
Com uma dupla de volantes bem postada, Sahin e Gündogan, Subotic e Hummels completavam o dia em que a linha de quatro defensiva do Borussia Dortmund voltou a ser perfeita, como não era há muito tempo completada pelos laterais Kirch na direita e Schmelzer na esquerda. Mkhitaryan apagado na temporada, tem uma nova chance com a torcida após marcar um gol e dar uma assistência. O Borussia tinha Reus e Aubameyang na frente, o cenário e o clima perfeito para dar a volta por cima.
Apesar de tantas finalizações do Borussia na partida, o gol só veio nos últimos 15 minutos finais, passe de Mkhitaryan, Aubameyang saiu na cara do gol, o atacante só empurrou para o fundo das redes, depois comemorou junto com Marco Reus fantasiados de Batman e Robin.
Um minuto depois, cruzamento pelo lado-direito de Gündogan achou Mkhitaryan, o goleiro não conseguiu impedir o cruzamento, e o jogador aurinegro só empurrou a bola aumentando a vantagem. O terceiro gol saiu em uma falha bizarra da defesa do Schalke 04, o zagueiro recuou a bola para o goleiro que ao tentar driblar Reus, errou, e o jogador do Borussia só deu um tapa, fechando o marcador no Signal Iduna Park. Foi a melhor atuação do Borussia Dortmund na temporada diante sua torcida e contra o seu maior rival.
Por: João Victor

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